Nestes tempos de
pós-modernidade, devemos estar alertas quanto à influências que possam
distorcer a visão da Igreja. Corremos o risco de fecharmos nossos ouvidos ao
chamado de Deus, e de não nos importarmos mais com o desempenho de nossa missão
com excelência. Não podemos aceitar uma mentalidade centrada num mundo
secularizado, que despreza a missão por completo. Por estarmos cercados de
prioridades em nosso dia-a-dia, podemos não encarar a evangelização como fruto
de um profundo relacionamento com Cristo, e não lhe darmos a devida importância
em nossa vida espiritual.
Temos que pedir ao
Espírito Santo que abra os nossos olhos com discernimento, para compreendermos
o clamor de milhões de vidas por salvação. A igreja tem que cumprir o chamado, anunciando
a todas as nações, até os confins da terra que Jesus Cristo é o Senhor, e o
único que é capaz de tirar o homem do pecado trazendo-o para verdadeira luz.
Mas qual afinal o
significado de estarmos envolvidos com missões? Podemos definir missões como as
diferentes iniciativas do homem para promover a missão de Deus. Fazemos missões
quando falamos de Cristo aos nossos colegas de escola ou trabalho, quando
convidamos vizinhos para participarem de um PG (pequeno grupo) ou quando os
levamos para um culto na igreja. Por outro lado, quando a igreja dedica-se em
cuidar espiritual, emocional e fisicamente das necessidades dos membros da
igreja, também está fazendo missões. O que não podemos perder de vista é que a
missão é de cada um de nós, pois os ministérios são compostos de indivíduos.
Não podemos aderir a uma consciência
pós-moderna, onde o que mais interessa são o templo e a multidão que lá se
reúne. Nem priorizar as coisas esquecendo as pessoas sem Cristo. A igreja deve
andar por fé e ser orientada pelo Espírito de Deus, pois esse é o caminho para
cumprirmos a missão de Deus.

Nenhum comentário:
Postar um comentário