Powered By Blogger

Tradutor

domingo, 1 de novembro de 2015

ABRIR OS OLHOS PARA A TERRA PROMETIDA

"Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua descendência a possuirá em herança." - Nm 14:24

Há uma verdade espiritual latente nos textos que falam sobre a conquista da terra prometida: temos que enfrentar e expulsar os gigantes para começar a desfrutá-la. No capítulo 13 de Números nos deparamos com a fé que abre olhos, encoraja e olha para as promessas e, por outro lado, com a deliberação de corações dispostos a parar e voltar atrás, pois estavam baseados nas próprias expectativas, influenciados pela incredulidade.
Os espias não puderam negar que a terra era muito frutífera, e aquele cacho de uvas era a demonstração factual disto. Deus havia prometido uma terra que manaria leite e mel. Existia uma promessa que alimentava a esperança. Dez deles não olharam a promessa, mas enxergaram apenas as impossibilidades. Isto trouxe como consequência ao povo desânimo, medo, murmuração, que logo em seguida gerou o desejo de voltar ao Egito e desistir da promessa ( Nm 14:4).
Dois deles porém, Calebe e Josué, foram os únicos que não tinham dúvidas de que o Senhor de Israel os faria prevalecer sobre todos os obstáculos. Desde Abraão Deus havia garantido que colocaria a semente dele em possessão daquela terra (Gn 15.18;17.8); e custe o que custar a palavra de Deus é a garantia de abrir caminho onde não há caminho, de realizar milagres onde não há a mínima chance de acontecer. Movidos por tal fé não abriram mão da promessa.
Os dez homens descreveram os habitantes daquela terra como gigantes (descendentes de Anaque). Os cananitas eram maiores e mais fortes do que o povo de Israel, mas eles seriam mais fortes do que Deus? Eles não poderiam lutar com eles, mas Deus não poderia? E a certeza de que Deus estaria em frente à batalha aonde estava? Sentiam-se como gafanhotos diante dos gigantes, mas e eles não seriam menos do que gafanhotos perante Deus? Os egípcios não eram tão fortes e poderosos tanto quanto os cananitas, eram? E ainda sem uma espada puxada por Israel foram derrotadas as carruagens e os cavaleiros do Egito? Milagres eram neste momento o pão diário deles. Um exército tão bem provido por experimentar este alimento a um custo zero teria a vantagem de saber que o El Shadai (Deus Todo-Poderoso) pode realmente “todas as coisas”!
A falta de crer que o Senhor agiria novamente foi como um fermento a espalhar-se por toda aquela massa humana, cegando-os quanto ao sucesso e a conquista.

É tempo de crermos que aquele que prometeu é poderoso para realizar. De enxergarmos como Josué e Calebe as possibilidades de Deus que nos encorajam e abre nossos olhos para a realização.

Nenhum comentário:

Postar um comentário