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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Reality Show deplorável

 

Com pouca coisa edificante na televisão brasileira, Igreja é alertada sobre a influência do Reality Show “Big Brother Brasil”, programa que tem como base principal conflitos, brigas, mentira, intrigas e orgias

Nas últimas semanas, está no ar na Tv brasileira mais uma edição do Big Brother Brasil, considerado o principal reality show da Globo. Desde sua primeira temporada em 2002, vem causando polêmica – e esta é uma das pretensões do programa – que procura aumentar sua audiência a qualquer custo.
Na edição de 2011, tudo é válido pela fama, inclusive segredos sobre sexualidade, agressões físicas, e tudo liberado para maiores de 12 anos. O sucesso do BBB, infelizmente, mostra que a nossa sociedade encontra-se profundamente adoecida na alma e empobrecida culturalmente. E, com muito pesar, sabemos que existem muitos cristãos consumindo este lixo cultural e adoecendo sua alma.
Na Bíblia, existem orientações específicas para o cuidado com nosso espírito, alma e corpo, e a Palavra de Deus nos adverte que eles precisam estar irrepreensíveis até a vinda do Senhor Jesus (I Tessalonicenses 5:23).
Muitos cristãos, por não protegerem a sua alma, permitem que o inimigo tire vantagens sobre sua vida, principalmente através do que veem e do que ouvem. E você, afinal, o que está vendo e ouvindo ultimamente? Deus precisa que sua alma não governe a si mesma, Ele precisa de uma alma submetida ao governo do Pai.

Vale tudo no Reality Show

Nesta semana, o site de Veja publicou uma matéria específica sobre o BBB. Percebemos que até a mídia secular vê o programa como lixo, depreciação humana e alienação.
A reportagem mostra que, segundo o psiquiatra Marcelo Arantes, que fez parte do BBB8, “eles escolhem os perfis mais descompensados. Não pode ser um perfil patológico, porque é perigoso, mas, se for explosivo, com histórico de conflitos familiares ou uso de substâncias químicas, é perfeito.” Como se percebe, carências, recalques e maluquices patentes não são de, forma alguma, impedimento para alguém entrar na casa.
Qual o motivo que leva um cristão a ver um programa onde pessoas doentes expõem sua alma e buscam, sem pudor algum, a fama a todo custo? A sociedade pode até achar isso normal, mas a Igreja não pode se amoldar a essa imundície.
Como filhos do Altíssimo, precisamos peneirar o que entra em nossa mente. Faça sempre o teste de Filipenses 4:8, e veja as características do alimento da sua alma: tudo que é puro, verdadeiro, honesto, justo, amável, se tem boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor. Você acha que o BBB passa por essa peneira?
Você deseja ter uma alma próspera? Selecione rigidamente seus programas na TV e leia mais a Bíblia. Se você sair da frente da televisão, deixando de lado a cultura inútil, com certeza, começará a ter entendimento do que o Senhor quer para a sua vida e prosperará sem limites. Retire da sua vida tudo aquilo que não é edificante e contamina sua alma. Abaixo o Big Brother, abaixo tudo que nos corrompe e nos tira da rota dos princípios de Deus.

Fonte: MIR

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Aprendendo a enxergar a guerra invisível

 

“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas o diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne; e, sim, contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.” – Ef. 6:11 e 12

A grande estratégia que o diabo tem usado para enganar o homem é fazê-lo acreditar que ele não existe. Figuras mitológicas e folclóricas acabam por tornar a existência de satanás uma espécie de lenda ou criação da imaginação do ser humano. Dessa maneira os objetivos malignos em relação ao homem tornam-se muito mais fáceis de serem atingidos, já que uma presa que não sabe ou ignora a existência do predador torna-se extremamente vulnerável.

O ensino da palavra de Deus acerca do mundo espiritual e seus componentes é muito claro e objetivo. Estamos em meio a um conflito, uma batalha espiritual que não conhece tréguas. O diabo luta contra o plano de Deus em salvar o homem e dar-lhe uma vida abundante, e deseja leva-lo juntamente consigo e seus demônios para o seu destino eterno de morte e destruição.

No mundo espiritual existe também uma hierarquia por parte dos anjos caídos. Acharmos que o reino de satanás é desorganizado, é desprezar o que a própria palavra de Deus nos narra sobre Lúcifer, o “sinete da perfeição” (Ez. 28:12-15).

“O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” – Jo. 10:10

Tudo o que acontece em nossas vidas acontece primeiro no mundo espiritual. Não estamos mais sob o domínio desta dimensão natural onde satanás reina – o mundo que jaz no maligno – mas como nascidos do Espírito, estamos agora sob o controle de Deus, e Deus é Espírito, ou seja, a vontade dEle acontece primeiro nos céus, e depois é manifesta na terra.

A nossa posição no mundo espiritual é a de sermos Corpo de Cristo. Assentamo-nos com Ele à direita de Deus Pai, e estamos acima de todo principado, potestade, poder, domínio e autoridade. Tomar posse desta posição é a única maneira de vivermos em soberania aqui na terra, desfrutando da autoridade a nós conferida por Jesus Cristo.

“E juntamente com ele nos ressuscitou e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus.” – Ef. 2:6

Temos que entender que no mundo espiritual não existem espaços vazios. Ou são ocupados pelos servos de Deus, ou pelos demônios, ou seja, precisamos nos posicionar adequadamente, conquistando espaços no mundo espiritual. Tais conquistas trazem como conseqüência a materialização das bênçãos. Por outro lado, uma postura passiva abre brechas para que sejamos roubados e as posições que deveríamos ocupar são tomadas pelo inimigo.

Para vivermos a plenitude daquilo que é a vontade de Deus para nossas vidas é necessário que tenhamos total consciência do que é e como funciona o mundo espiritual:

Entendimento do conflito espiritual

É preciso que olhemos mais do que superficialmente as situações que nos cercam. É preciso que tenhamos uma visão espiritual de todas as circunstâncias.

O lugar do conflito: as regiões celestiais

Conhecer o lugar do conflito é fundamental. Não adianta ficarmos restritos ao âmbito terreno, pois esse é somente a conseqüência daquilo que se dá no verdadeiro local de batalha: as regiões celestiais, onde Cristo está em posição de autoridade, e nós juntamente com Ele.

Armas de combate: jejum, oração e a armadura espiritual

As armas carnais são comuns aos guerreiros naturais, porém são as armas espirituais que destroem principados e aniquilam os sofismas. São as armas dos guerreiros do Senhor!

A grande tendência do ser humano é acreditar somente naquilo que pode ver e tocar. Crê somente naquilo que é tangível e que pode ser cientificamente comprovado. Podemos dizer que o lema dos homens naturais têm sido: ver para crer, mas a nossa verdadeira convicção deve ser: eu creio, por isso eu posso ver!

Um grande equívoco do homem tem sido a crença de que ele pode viver alheio ao conflito espiritual. É uma batalha onde não existe uma posição neutra. Ninguém pode se eximir de assumir uma posição. Mesmo aqueles que pensam assumir uma postura indiferente, até de forma inconsciente, acabam por tomar uma posição contrária a Deus e a favor do inimigo. Dessa maneira habilitam o diabo agir em suas vidas e famílias.

Diante de tantas verdades espirituais aqui expostas, é tempo de assumir imediatamente os seu papel nesse conflito, e lutar ao lado do Senhor Jesus, aquele que é vencedor invicto!

“Em todas estas cousas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.” – Rm. 8:37

OS PASSOS DA TUA VITÓRIA

1) Analise todas as situações levando em conta o mundo espiritual

2) Faça uso das armas e estratégias espirituais

3) Assuma sua posição de soberania em Cristo Jesus

4) Creia que o inimigo não tem poder contra a tua vida

Bispo Rubinho

sábado, 22 de janeiro de 2011

Um estranho no ninho

 

“E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” – II Co. 5:17

Quando aceitamos a Cristo recebemos uma nova identidade espiritual e passamos a ser novas criaturas. Nascemos de novo no espírito e agora somos pessoas transformadas e restauradas pelo sangue de Jesus.

Ser uma nova criatura não significa que tenhamos perdido nossa identidade como indivíduos. Ainda somos as pessoas que éramos quando nascemos de nossas mães. As mesmas marcas físicas, que nos fazem parecidos com nossos pais, a mesma estrutura de DNA, as mesmas digitais, enfim, fisicamente somos os mesmos. O que mudou é a nossa visão do mundo espiritual. Agora temos um relacionamento com Deus. Temos livre acesso a Ele, e passamos a ser morada do Espírito Santo.

Entramos num processo de conversão, onde nossos valores começam a ser alterados segundo os padrões da palavra de Deus, e segundo a direção do Espírito em nossas vidas. Aquilo que gostávamos muito, talvez agora não nos agrade mais. Aquilo que era rotineiro talvez não nos seja mais conveniente. Por isso passamos a ser pessoas diferentes, não por causa de uma aparência religiosa, mas porque a nossa essência espiritual mudou.

Quando nos deparamos então com os velhos amigos, os colegas de trabalho, os colegas de classe, ou seja, o nosso relacionamento em sociedade, enfrentamos conflitos porque espiritualmente não fazemos mais parte do mundo. Precisamos entender isso claramente, para que não nos tornemos “E.T.´s” religiosos e isolados, mas possamos nos relacionar conscientemente com todos.

Jesus e a vida social

“Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, achando-se ali a mãe de Jesus. Jesus também foi convidado, com os seus discípulos, para o casamento.” – Jo. 2:1 e 2

Quando olhamos para a vida de Cristo enxergamos um homem absolutamente normal. Jesus não era, como muitos pretendem pintar, alguém que vivia isolado das pessoas. Pelo contrário. Ao fazermos um exame da vida do Senhor, vemos que ele se relacionou com todo o tipo de pessoas, desde prostitutas até políticos, sábios e intelectuais, desde pessoas insignificantes aos olhos da sociedade, até pessoas de grande influência.

O texto que lemos nos mostra exatamente isso. Houve um casamento em Caná e Jesus e seus discípulos foram convidados. Ele ainda não era alguém conhecido como viria a ser, portanto o convite nos mostra que havia algum tipo de relacionamento entre Jesus e aquela família. Talvez com o noivo, talvez com o pai da noiva, quem sabe. A verdade é que ele estava numa festa e era uma pessoa normal.

“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para coloca-la debaixo o alqueire, mas no velador, e alumia a todos que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” – Mt. 5:14-16

Muito se engana aquele que imagina que receber a Jesus significa abster-se de uma vida social. Pelo contrário, se desejamos alcançar aqueles que ainda não conhecem a Cristo, precisamos nos relacionar com eles, para que possamos lhes falar do amor de Deus. Essa é a verdade da palavra que lemos, não podemos nos esconder, mas devemos brilhar cada vez mais para que as pessoas vejam Deus em nós.

Infelizmente, a religiosidade tem roubado muitos cristãos nesse aspecto. São pessoas que muitas vezes são ensinadas a ter uma atitude sectária e preconceituosa em relação aos que ainda não tem Jesus. É uma postura absolutamente hipócrita e egoísta, demonstrando total falta de amor pelas vidas. Por outro lado, precisamos entender o que significa a palavra de I Jo. 5:19: “Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no maligno”.

O mundo está morto porque está longe de Deus. Esse afastamento é que levou a humanidade a degradação, a depravação, a violência e a tantas tragédias que vemos todos os dias. Apesar disso ainda fazemos parte dele. Não somos espíritos vagando pela terra, mas somos pessoas transformadas pelo poder de Deus.

O que precisamos entender é que não podemos ser influenciados pelo mundo, mas precisamos ser agentes transformadores na mão do Senhor. Não é o mundo que ditará a nossa vida, não são as amizades que ditaram as nossas regras de comportamento, mas sim nossa consciência lavada pelo sangue de Jesus e governada pelo Espírito Santo.

Vida social do cristão

A vida social, as aparências diante da sociedade, os compromissos e deveres sociais, são situações que ocupam muitas vezes um espaço demasiado em nossa mente. Há uma necessidade inerente ao ser humano, que é a de conviver em sociedade. Desde tempos remotos, observa-se que o homem busca a proteção e o abrigo de um grupo, formando assim as tribos que formaram a base para a sociedade em que vivemos.

Vemos hoje também a realidade desse convívio social, especialmente dos jovens, nas chamadas “tribos”. São skatistas, surfistas, roqueiros, pagodeiros, clubbers, etc., pessoas que por uma afinidade musical, esportiva, entre outras, se identificam e se agradam de estarem juntas. Aqueles que tem afinidades acabam se agrupando, e todos buscam proteção e aceitação no grupo com o qual se relacionam.

Comumente ouvimos a seguinte expressão acerca daqueles que renasceram em Cristo: estamos estragados para o mundo. O que significa essa frase? Significa que para os padrões de comportamento e opinião do mundo nós não fazemos mais parte da “tribo”.

A nossa atitude diante de todas essas verdades é que devemos dar bom testemunho diante de todos, nunca deixando de nos relacionarmos com as pessoas a nossa volta. Não devemos ser passivos em nossa maneira de testemunhar, pelo contrário, nunca deixarmos de agradar o Senhor para agradar as pessoas.

Os passo da tua vitória

1) Tenha consciência que aquilo que te faz diferente é espiritual;

2) Nunca tenha uma postura preconceituosa com aqueles que não tem a Cristo;

3) Nunca tenha uma postura passiva diante do pecado;

4) Busque mais convivência na igreja, com pessoas que compartilham das mesmas verdades que você.

Bispo Rubinho

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Enfrentando o desânimo

 

“Quem dentre vós é de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém de Judá, e edifique a casa do Senhor, Deus de Israel; ele é o Deus que habita em Jerusalém.” – Ed 1:3

A história que vemos narrada no livro de Esdras, passa-se num tempo onde Jerusalém se encontrava em ruínas. Os principais edifícios e até o templo haviam sido atacados e destruídos, e o povo de Israel havia sido levado como escravo para outras terras. E agora Deus estava levantando Esdras e outros homens para restaurarem o templo, usando um rei chamado Ciro para os enviarem a cidade santa.

A restauração do templo tem para nós um significado muito importante, pois era para os judeus o lugar onde a presença de DEUS se manifestava. Sabemos hoje através da bíblia que Jesus habita em cada um de nós que o recebemos como salvador, portanto nós somos o templo ou habitação de Deus.

“Não sabeis que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?” - I Co 3:16

Assim como o templo estava em ruínas, nossas vidas sem Jesus também estavam assoladas e destruídas. Muitos feridos em suas emoções, enfermos no corpo, vivendo conflitos familiares, assolados financeiramente, enfim, vivendo todas as dificuldades de uma vida sem Deus. Só que ao aceitar Jesus como Senhor e Salvador, um poderoso processo de restauração se iniciou, e Ele está tratando e transformando cada uma das áreas de nossas vidas.

As oposições à restauração

Por outro lado, sempre que um processo de restauração se inicia, oposições começam a se levantar. Por quê? Porque o nosso inimigo espiritual que é o diabo, não tem interesse algum em que sejamos restaurados, mas deseja que continuemos debaixo da sua opressão para sermos roubados e destruídos.

Do mesmo modo vemos que grande oposição se levantou contra a reconstrução do templo em Jerusalém. Os inimigos se levantaram com o intuito de paralisarem a obra, da mesma maneira que contra as nossas vidas.

“Então as gentes da terra desanimaram o povo de Judá, inquietando-o no edificar.” – Ed 4:4

Uma das enfermidades mais comuns da alma é o desanimo, e o diabo sabendo disso usa de suas artimanhas para nos parar e nos roubar o foco daquilo que é a obra de restauração. Não se espante se situações vierem para te abater, tão somente se posicione e se firme no Senhor.

Precisamos estar atentos para identificar as estratégias malignas. Muitas vezes nos deixamos levar por línguas venenosas, parando para ouvir, acatar, e até reforçar palavras que só vem para nos fazer desistir. De outras vezes é a injustiça que se levanta, usando pessoas para levantar calúnias e acusações contra nós, e nos perseguindo de maneira aparentemente gratuita.

É comum quando as pessoas encontram a Jesus, viverem oposições até mesmo dentro de seus lares. Os familiares muitas vezes se levantam não aceitando a decisão, e os confrontos podem levar a pessoa a desistir, pois geram muita dor e tristeza para aquele que é perseguido.

Muitas vezes, depois de posturas firmes e certas que tomamos, a oposição vem de maneira terrível, e nos abatemos, voltando atrás e parando aquilo que Deus havia iniciado em nossas vidas. Existe um tempo de recomeçar, e se algo te desanimou, e, por algum tempo conseguiu parar a tua vida, hoje é o tempo de se levantar, pois você recomeçará com unção dobrada!

“Em tudo somos atribulados, porém não angustiados, perplexos, porém não desanimados.” – II Co 4:8

Como vencer o desânimo

Os invejosos e os adversários se levantaram e usaram a arma mais poderosa que eles tinham contra os servos de Deus: a boca. A boca fala daquilo que está cheio o coração, assim, aquilo que eles faziam mostrava claramente de que parte eles vinham: da parte do inimigo; porém Deus tinha uma orientação diferente para o Seu povo, e hoje Ele a tem para você:

Assim como Satanás tem as suas bocas sobre a terra para te prostrar e desanimar, assim Deus tem os Seus profetas, que trazem na boca a Palavra viva que tem poder para recomeçar, reconstruir, reerguer, e concluir!

“Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguro, crede nos seus profetas e prosperareis” – II Cr 20: 20

Diante dos questionamentos do inimigo, muitos servos de Deus se encolhem e param por não entenderem o verdadeiro potencial de Deus existentes sobre as suas vidas. Quem te chamou foi Deus, e você não vai parar de forma nenhuma aquilo que Ele já começou através de você, mesmo que a oposição se levante.

Temos que entender que a justiça de Deus não tarda, mas existe um processo que muitas vezes inclui a luta. A partir de hoje você vai esperar pela justiça de Deus ao invés de desanimar, porém fazendo a tua parte: todo o possível.

Os passos da tua vitória:

1) Vá a igreja para alimentar-se da Palavra que te alegra o coração e te dá ânimo;

2) Abra tua boca para falar palavras de vida, concordando com a Palavra de Deus;

3) Ocupe sua mente com bons pensamentos, trazendo a memória o que traz esperança;

4) Continue caminhando a despeito das circunstâncias – a perseverança te habilita à vitória;

5) Procure sempre ajuda no Corpo – isolado você é presa fácil.

Bispo Rubinho

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Vencer o medo do novo

 

Contam as lendas que um espião foi preso e condenado à morte pelo general do exército árabe.

Sua sentença era o fuzilamento, mas o general tinha um hábito diferente e sempre oferecia ao condenado outra opção: enfrentar o pelotão de fuzilamento ou entrar por uma porta preta.

Com a aproximação da hora da execução o general ordenou que trouxessem o espião à sua presença para uma breve entrevista.

Diante do condenado, fez a seguinte pergunta: o que você quer - a porta preta ou o fuzilamento?

A escolha não era fácil, por isso o prisioneiro ficou pensativo e, só depois de alguns minutos, deu a resposta: prefiro o fuzilamento.

Depois que a sentença foi executada o general virou-se para o seu ajudante e disse: “assim é com a maioria dos homens. Preferem o caminho conhecido ao desconhecido”.

E o que existe atrás da porta preta? Perguntou o ajudante.

A liberdade, respondeu o general. E poucos foram os homens corajosos que a escolheram.

Essa é uma das mais fortes características do ser humano: optar sempre pelo caminho conhecido, por medo de enfrentar o desconhecido.

Geralmente as pessoas não abrem mão da acomodação que uma situação previsível lhes oferece. É mais fácil ficar com a segurança do que já se sabe do que aventurar-se a investigar novos caminhos.

Pense nisso!

Nem sempre o caminho já batido por muitos é o caminho que nos conduzirá à liberdade.

Nem sempre nadar a favor da correnteza é indício de chegada a um porto seguro.

Às vezes, é preciso abrir trilhas ainda desconhecidas da maioria, mesmo que tenhamos que seguir só.

Por vezes, é preciso nadar contra a corrente, optar pela porta estreita, para que se possa vislumbrar um mundo livre, feliz, sem constrangimentos que tolhem a liberdade.

Bispo Rubinho