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domingo, 8 de março de 2015

FIDELIDADE AO CHAMADO

"Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda." - João 15:16 

Deus tem um chamado para todos nós, pois Sua vontade é vivamos o que Ele planejou. Entretanto, a responsabilidade de atender ou não a Sua voz, de querer ou não viver Sua vontade, está em nossas mãos.

A Bíblia nos revela que as pessoas que atenderam ao chamado de Jesus viveram experiências maravilhosas em suas vidas. Por outro lado existiram aqueles que abriram mão de seu chamado, e por isso viveram tristes consequências:
1) Mateus, o coletor de impostos: Marcos 2:13-14 - Este homem era visto com desconfiança pelos judeus, pois recolhia impostos em nome de Roma. Passando pelo local onde trabalhava, Jesus chamou-o para que o seguisse, o que Mateus fez imediatamente abandonando tudo. O exemplo deste discípulo de Cristo nos ensina a importância do desprendimento que devemos ter para segui-Lo.

2) Pedro, o pescador: Lucas 5:1-11 - Depois de uma noite onde não havia pescado nada, Jesus ordena que ele lance as redes novamente ao mar. Obedecendo ao Senhor ele o fez, e teve a experiência de uma pesca miraculosa. Mas ao ouvir o chamado de Cristo deixou aquele milagre na praia para se tornar "pescador de homens". Deus hoje também nos chama não só para termos experiências de milagres, mas para sermos instrumentos de milagres na vida de outras pessoas.

3) Judas, o traidor: Mateus 10:1-4 - Ele foi chamado para fazer parte do apostolado, estar mais próximo de Jesus e ser preparado para a grande obra evangelizadora. Infelizmente veio a ser infiel, pois tirava da bolsa o que era lançado (João 12:6), seu estilo de vida demonstrou que estava mais apegado ao dinheiro do que a sua missão. Veio a ser aquele que traiu o Senhor, entregando-o nas mãos daqueles que queriam matá-lo. Sua atitude veio a ser sua própria desgraça, pois cheio de remorso devolveu as moedas de prata e retirando-se se enforcou.

Precisamos nos apegar ao chamado e não abrir mão dele por valor nenhum desta vida, pois nada é comparável a recompensa reservada para aqueles que permanecem fiéis.


"Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. " -
Mateus 25:23

domingo, 1 de março de 2015

VIGILÂNCIA NO CHAMADO

"Portanto, irmãos, empenhem-se ainda mais para consolidar o chamado e a eleição de vocês, pois se agirem dessa forma, jamais tropeçarão." (2 Pe 1:10 - NVI)

Devemos ter sempre em mente a urgência do chamado de Deus para O servirmos. A obra de Deus está em constante progresso e será nossa a escolha de participar ou não dela. Por outro lado, devemos ter a convicção de que aquele que nos chamou, também nos capacitará a realizarmos o objetivo que nos foi proposto. Fato é que as oposições surgirão ao longo do caminho, com a intenção de impedir o nosso avanço e realizações. Entretanto ao olhar para Palavra vemos como o Senhor foi com todos aqueles aos quais chamou, e conosco não será diferente (Js 1:9).

A vigilância é fundamental para que não sejamos enredados pelo desânimo, e por consequência ao abandono do nosso propósito. Porém não nos esqueçamos de que o poder para vencer está em Deus, e que Ele espera apenas que nos coloquemos em Suas mãos, como instrumentos, para que Ele realize Sua obra através de nós.

Um dia haveremos de prestar contas sobre os talentos que nos foram confiados. Temos uma responsabilidade em relação ao que foi colocado em nossas mãos. Muitos caem no erro de tentar agradar aos homens, e não ao Senhor. Outros caem no grave erro de quererem agradar seu próprio ego, em suas vontades e prazeres, de modo que não lhes é possível abrir mão de suas vidas para ganharem a vida em Cristo (Mt 16:25).

Tendo recebido o chamado de Deus nos cabe apenas declarar como Isaías: "Eis-me aqui, Senhor! Envia-me a mim!", e buscarmos estar aptos para exercer o ministério que d'Ele temos recebido. Com essa atitude, no tempo perfeito, haverá de se cumprir Seu propósito por nosso intermédio.


Aguardar o tempo de Deus traz como fruto a convicção necessária em meio às muitas lutas. Somente entendendo essas verdades, estaremos prontos para sermos benção na vida daqueles que estão ao nosso redor.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

COMO VENCER AS TENTAÇÕES

Vivemos em constante batalha contra as tentações que vem para nos derrubar. E muitas vezes resisti-las é difícil. Mas Deus continua nos amando, independente se falhamos ou fomos bem-sucedidos em vencê-las. Devemos agradecer ao Senhor por suas promessas de perdão e graça, que estão sempre disponíveis, e nos fazem levantar com disposição para termos vitórias definitivas em todas as áreas de nossas vidas.

Todo o contexto da Palavra fala sobre tentação, sobre como o diabo tenta insuflar o coração do homem para o mal. Desde o Gênesis na história de Caim, até o Apocalipse, onde o Anticristo seduzirá e tentará os homens a adorá-lo. Jesus disse que ao orarmos, devemos pedir a Deus que "não nos deixes cair em tentação" (Mateus 6:13). Por outro lado, o apóstolo Paulo falou claramente sobre a sua luta, quando escreveu: "Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo". (Romanos 7:18-19)

Devemos nos lembrar que Deus sabe das tentações que temos enfrentado, Ele tem visto nossa luta contra o pecado. E conforme nos garante o texto de Hebreus 2:18 “...ele mesmo sofreu quando tentado, ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados". Jesus nos entende e sabe o que estamos passando, basta clamarmos pelo seu socorro, e ele nos ajudará a ter vitória sobre o pecado.

É impossível ao homem ser justo e santo através de suas próprias forças. Somente através da obra do Espírito Santo em nós é que poderemos frutificar conforme Gálatas 6. Deus começou uma obra em que Ele está nos transformando, para sermos mais parecidos com Jesus. Esse é um processo contínuo em nossa vida, e podemos ter certeza de que Deus não desisti de nós: "Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus." (Filipenses 1:6)

Não podemos nunca pensar que já estamos fortes o suficiente para que as lutas terminem. Essa batalha sempre iremos enfrentar. O que precisamos então é pedir para que o Senhor nos dê discernimento e sabedoria para superarmos as tentações através de Sua graça e poder. A Bíblia diz: "Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel, ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele lhes providenciará um escape, para que o possam suportar." (1 Coríntios 10:13)

O diabo é espírito, e não podemos combatê-lo com armas humanas, mas sim espirituais. Uma dessas armas é o jejum. Outra arma que devemos usar para vencer a tentação é a Palavra. Oremos e vigiemos! Além disso, sejamos obedientes a vontade de Deus como Jesus (Filipenses 2.8). Nada é tão importante aos olhos do Senhor como obedecermos à Sua vontade.

Resumindo, queremos vencer as tentações? Sejamos cheios do Espírito Santo, permitindo que Ele conduza nossa vida; jejuemos com disciplina e propósitos; busquemos o conhecimento e a prática da Palavra de Deus; vigiemos e oremos; e tenhamos o temor do Senhor em nossos corações. O diabo conhece os que são obedientes ao Senhor, e ele até os tenta, mas sabe que já é um derrotado.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

AS ÁREAS DE TENTAÇÃO

I João 2:16 - “Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.”

O texto nos fala sobre três áreas de tentação que afetam o homem na sua constituição triuna: corpo, alma e espírito. Quando o mundo se mostra numa destas formas de tentação, a tendência é sermos automaticamente seduzidos por elas. Se não contrariarmos nosso coração, ele sempre tenderá a satisfazer esses desejos mundanos. Podemos definir concupiscência como os desejos de nossa carne ou nossa alma. Segundo o dicionário Michaelis: "Grande desejo de bens ou gozos materiais. Apetite sexual".

A concupiscência da carne engloba o imediatismo, a satisfação pessoal e momentânea. Toda e qualquer carnalidade, entre elas, o comer e o beber sem controle, e o sexo casual. Muitos abrem mão das promessas de Deus por prazeres momentâneos. Um grande exemplo desse tipo de mal encontramos na história de Esaú. Ele vendeu a primogenitura a seu irmão Jacó em troca de uma simples refeição. Ao fazer isso abriu mão de todos os direitos que teria como primogênito (Gênesis 25:30-34).

A Bíblia nos revela que posteriormente Esaú veio a se arrepender, mas já era tarde. Nossas decisões equivocadas, tomadas baseadas no impulso e no desejo da carne podem ser caminhos para os quais não há retorno (Hebreus 12:16-17). No caso de Esaú foi uma refeição, há outros fazendo o mesmo por sexo, drogas ou muito menos.

Jesus passou por esse tipo de tentação em Mateus 4:1-4. A tentação de transformar as pedras em pães colocaria mais ênfase na carne do que na submissão à Palavra, pois Cristo veio para fazer a vontade do Pai e não a do inimigo. Jesus manteve-se em obediência ao Pai e não cedeu a tentação de alimentar a carne. Para ter vitória ele recorreu à Palavra de Deus, assim como nós devemos recorrer.

Já a concupiscência dos olhos envolve a cobiça, as conquistas materiais, a ambição de ter. Por esse desejo muitos abandonam a Deus e seus caminhos para tornarem-se workaholics (viciados no trabalho), sem tempo para a família, para desfrutar o dom da vida e principalmente impedidos de dedicar tempo e disposição para o serviço cristão. Esse desejo procura as coisas do mundo mesmo sabendo que estas não têm como satisfazer o seu coração. Jesus também passou por esse tipo de tentação em Mateus 4:5-7. A tentação de atirar-se do pináculo do templo serviria apenas para um “show” que seria assistido pela multidão de adoradores no templo. O diabo tentou Jesus a usar as promessas de Deus para a Sua própria vantagem, ao contrário de viver pela fé, dando a glória ao Pai. A usar de maneira distorcida a Palavra, ou seja, viver para sua própria glória e depois esperar que Deus fosse obrigado a livrá-lo das consequências de sua desobediência. A vitória de Jesus a este tipo de tentação foi recorrer à Palavra de Deus novamente. Não podemos fazer melhor.

A soberba da vida abrange a ambição não do ter, mas do ser. É a busca pelo reconhecimento. Soberba, arrogância, prepotência, orgulho são alguns de seus frutos. Tem como características o desprezo aos outros, a insistência de prevalecer a própria vontade e a confiança excessiva nos seus próprios pensamentos. É o prazer de viver com ostentação de modo a ser bem visto pelos outros. A soberba confia nos bens do mundo como se estes bens pudessem dar prazer eternamente. Jesus passou por esse tipo de tentação em Mateus 4:8-11. Satanás ofereceu a Jesus uma maneira fácil de ter o domínio do mundo antes da hora prevista, ou seja, ter a glória antes da cruz. Esta tentação nos leva a sempre pensar que ela em si mesma pode fazer melhor do que a vontade de Deus. Jesus recorreu mais uma vez à Palavra citando o princípio eterno: a vontade de Deus, mesmo que traga consigo consequências que não desejamos, é o nosso primeiro e único objetivo.

Nenhuma destas tentações tem origem em Deus, mas no mundo, e se esperamos ter a vitória sobre a tentação, devemos guardar a Sua Palavra no coração para evitarmos o pecado (Sl. 119.11). Aquele que recorre a Deus pela Sua Palavra é santificado por ela e recebe a proteção daqueles que nEle confiam.


“Toda a Palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele.” - Pv 30:5

domingo, 8 de fevereiro de 2015

OS TIPOS DE TENTAÇÃO

I João 2:16 - “Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.”

Alguém disse que estas coisas atingem o homem como ele é: corpo, alma e espírito. Ninguém nunca será levado a outro tipo de tentação além dessas. Quando o mundo nos apresenta em uma destas formas, somos ardente e automaticamente cativados por elas. Como porcos correm para o lamaçal e os cachorros voltem ao vômito, o nosso coração, quando não contrariado, obstina-se para que esses desejos mundanos sejam satisfeitos.

A concupiscência da carne – o desejo ardente da carne de viver para a sua própria glória. A carne zela para não ter limites impostos nela, não sofrer as aflições, nem preocupar-se com as necessidades dos outros. O desejo ardente da carne é ser vigoroso naquilo que interessa a si mesmo e aumentar muito em suas riquezas (Sl. 73.4-5, 12, John Calvin). A tentação pela concupiscência da carne inclui tudo que resulta em vergonha como fornicação, adultério, sodomia e incesto. Desde que o corpo é envolvido em homicídio, invejas, sensualidade e nos excessos que manifestam-se em glutonaria e bebedice, sabemos que essas vergonhas são frutos da concupiscência da carne (Gl. 5.23; I Pe. 4.3, “Porque é bastante que no tempo passado da vida fizéssemos a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, borrachices, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias;” John Gill). Jesus passou por esse tipo de tentação: Mt. 4.1-4. A tentação de transformar pedra em pão colocaria mais ênfase na carne do que na submissão à Palavra de Deus pois Jesus veio fazer a vontade do Pai e não a do Satanás. Jesus manteve-se fiel ao Pai e tudo espiritual. Ele não cedeu para gratificar a carne. Jesus recorreu à Palavra de Deus para ter a vitória. Para você ter a vitória sobre as tentações que inflamam a concupiscência da carne, é necessário recorrer a Deus. Seja como Jesus o Salvador!

A concupiscência dos olhos – o olhar que despreza os outros considerando-os inferiores, e a satisfação pela vaidade da aparência pomposa e extravagante. Essa concupiscência sempre procura ter mais do que o coração pode desejar (Sl. 73.7-9 John Calvin). A cobiça se faz presente nessa concupiscência (Mt. 5.28) junto com a ímpia curiosidade para conhecer as vaidades que nunca podem satisfazer (Pv. 27.20, “Como o inferno e a perdição nunca se fartam, assim os olhos do homem nunca se satisfazem.”). A concupiscência dos olhos procura as coisas do mundo mesmo sabendo que não têm como satisfazer o seu coração (John Trapp). Jesus passou por esse tipo de tentação: Mt. 4.5-7. A tentação de lançar-se do pináculo do templo abaixo serviria para fazer um “show espiritual” que seria assistido pela multidão de adoradores no templo. Jesus seria visto apanhado pelos anjos para que Ele não sofresse dano. Essa tentação provocou Jesus a usar as promessas de Deus para a Sua própria vantagem em vez de viver pela fé, dando essa glória ao Pai. Fazer uso impróprio das Escrituras, ou seja, viver para sua própria glória e depois esperar que Deus seja obrigado a te livrar das consequências da sua desobediência pública seria colocar a Escritura contraria a Si mesma. A vitória de Jesus a este tipo de tentação foi por Ele recorrer à Palavra de Deus novamente. Não podemos fazer melhor.

A soberba da vida – orgulho que se expressa em ambição, no desprezo dos outros, na insistência de prevalecer a própria vontade e na confiança excessiva nos seus próprios pensamentos. Essa característica manifesta-se pelo gosto de bajulice, amor dos primeiros lugares nas ceias e as primeiras cadeiras onde congregam as multidões (Mt. 23.6). Esse mal procura ter um exagerado padrão de vida pomposa (Ec. 2.1-11). Esse prazer de viver tão esplendidamente é desejado para ser bem visto pelos outros como também para si mesmo. A soberba confia nos bens do mundo como se estes bens pudessem dar prazer eternamente (Lc. 12.18-21, “E disse: Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus.”; Pv 27.24, “Porque o tesouro não dura para sempre; e durará a coroa de geração em geração?”) Jesus passou por esse tipo de tentação: Mt. 4.8-11. Satanás ofereceu a Jesus uma maneira fácil de ter o domínio do mundo antes da hora prevista, ou seja, ter a glória antes da cruz. A soberba da vida sempre calcula que pode em si mesma fazer melhor do que a vontade de Deus. Jesus recorreu mais uma vez à Palavra de Deus citando o princípio eterno: a vontade de Deus, mesmo que traz sofrimentos, é o nosso primeiro e único dever. Fazendo a vontade de Deus é adorar ao Senhor nosso Deus. Deseja ter a vitória sobre a tentação que inflama a soberba da vida? Seja como o Salvador e recorre a Deus pela aplicação devida da Sua Palavra na hora da tentação.

Desde que nenhumas destas tentações são de Deus mas do mundo (I Jo. 2.17); desde que o pecado habita em nós (Rm. 7.17), e desde que Satanás somente engana e mente (Jo. 8.44), se esperamos ter a vitória sobre a tentação, só resta Deus. A Ele devemos chegar para ter a vítória que redunda para a Sua glória (Tg. 4.8; Rm. 7.24-25). Não temos outra opção.


Antes de procurar ajuda dum parente respeitado ou dum líder eclesiástico, consulte a Deus. Observando a Sua Palavra o mancebo purifica o seu caminho (Sl. 119.9, “Com que purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra.”). Somente guardando a Sua Palavra no coração podemos evitar o pecado (Sl. 119.11, “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.”). A Palavra de Deus ilumina o caminho que devemos andar (Sl. 119.105, “Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.”). Aquele que recorra a Deus pela Sua Palavra consulta o que é puro e protege todos que confiam nEle (Pr 30.5, “Toda a Palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele.”) Portanto, recorra a Deus!